Elimine os fatores que causam inflamação

Precisamos descobrir os fatores que aumentam a inflamação e eliminá-los. Podemos tomar todas as drogas anti-inflamatórias que desejamos (ou consumir óleo de peixe ou chocolate tanto quanto quisermos). No entanto se não nos livrarmos da causa, estaremos apenas acobertando os sintomas.

É como um antigo ditado, se você ficar com o prego preso no pé, terá que tomar muito analgésico para não sentir dor. O tratamento para esse problema retirar o prego. No caso da inflamação, o tratamento está nos alimentos e na atividade física. O que comemos e a quantidade de exercícios físicos que praticamos são os fatores mais importantes para mantê-la sob controle. Nem sempre é fácil encontrar as origens da inflamação. As mais comuns e óbvias são alimentação e o sedentarismo. Mas, como a muitas causas envolvidas, às vezes é necessário realizar exames especiais para descobrir os fatores ocultos.

Questões relacionadas à alimentação, como excesso de açúcar, carboidratos refinados, gorduras saturadas e trans com uma quantidade muito grande de calorias, também podem desencadear a inflamação. Muitas vezes, a causa é uma infecção não aparente, algo que comemos ou respiramos e ao qual somos alérgico ou uma toxina ambiental.

Esse problema também pode ser deflagrado pelo estresse, assim como pelo sedentarismo. Por outro lado, a prática regular de uma atividade física é um dos melhores anti-inflamatórios do planeta. Os polivitamínicos são outro excelente recurso natural de combate à inflamação.

Benefícios-da-meditação

Podemos deter a inflamação crônica e se formos capazes de identificar sua origem e nos livrar dela: açúcar e carboidratos refinados como CG alta que são absorvidos com rapidez, gorduras saturadas e trans sedentarismo, glúten; alergias alimentares; mofo em locais úmidos, no banheiro ou sob o papel de parede; infecção oculta causada por vírus, parasita ou bactéria que não provoca sintomas óbvios imediatamente; e medicamentos. Às vezes, precisamos realizar um trabalho de detetive, fazendo exames e trabalhando com um médico, mas os resultados para o peso e a saúde compensam um esforço.

Direcione os genes para que desativa e os sinais de inflamação

Para desativar a inflamação, é preciso enviar as mensagens corretas para os genes. O sedentarismo e o estresse, além de uma dieta com alimentos processados e com CG alta, dizem aos genes para produzir mais inflamação. A principal mensagem desse artigo é: os alimentos se comunicam com os genes.

Eles afetam o peso e tudo mais enviando mensagens para queimar ou armazenar gordura. E fazem isso por meio de algo chamado fatores de transição. Esses fatores são proteínas reguladoras que iniciam a transição de determinados genes ligando-se ao DNA. Isso significa que essas pequenas proteínas decodificam determinadas partes do nosso código genético e, ao mesmo tempo, ignoram as outras.

Dependendo de quais partes do DNA esses fatores de transmissão decodificam, o organismo entendem mais rapidamente as mensagens para acumular peso ou queimar gordura. Esses fatores de transição são regulados em parte pelo que comemos. É assim que os alimentos conversam com os genes, ativando aqueles que causam inflamação e nos fazem engordar o aqueles que atuam na redução do peso e da inflamação.

PPAR, a saída para inflamação e o aumento de peso; a ligação entre a dieta e os genes

Eles explicam como a inflamação causa aumento de peso e mostram de que maneira podemos usar anti-inflamatórios naturais para emagrecer.

Minha saúde melhorou

Receptores da chamada família PPAR (alfa, beta e gama), abundantes na superfície do núcleo das células de gordura e do fígado, são essenciais para compreendermos a associação entre inflamação, metabolismo e peso. Os PPAR, minúsculos receptores localizados nas células, comunicam-se com o DNA para acelerar o metabolismo ou deixá-lo mais lento. Eles também controlam a inflamação. Determinados alimentos ( sobretudo algumas gorduras) ativam os receptores PPAR, enquanto outros tipos de alimentos os desativam.

Os alimentos que consumimos conversam com os genes. Eles se comunicam especificamente com a família dos receptores PPAR, dizendo-lhes que devemos emagrecer ou engordar, acalmar a inflamação ou aumentá-la. Sem dúvida, precisamos tanto da capacidade de produzir a inflamação para combater infecções e lesões quanto da capacidade de atenuá-la.

Arte

Esse equilíbrio é a chave para saúde.

Uma das moléculas inflamatórias produzidas pelas células de gordura quando comemos muito açúcar, muita gordura saturada ou apenas muitas calorias e a TNF-alfa, que se liga aos PPARs e os bloqueia dentro das células.

Essa molécula inflamatória desacelera o metabolismo, torna o organismo resistente aos efeitos da insulina e promove o aumento do peso. O consumo de alimentos de baixa qualidade (açúcar refinado, gordura trans, gordura saturada, etc.) que não estão de acordo com nossas necessidades evolutivas faz com que o organismo libere mensagens inflamatórias que impedem o funcionamento de partes críticas do sistema metabólico, além de debilitar o metabolismo e provocar ganho de peso. Isso não é apenas uma teoria – hoje sabemos como esses alimentos conversam com os genes.

Algumas das pesquisas mais interessantes realizadas nos últimos anos analisaram como os mesmos alimentos que ajudam a emagrecer – ácido graxo ômega 3 (encontrado em peixes) óleo de semente de linhaça, hortaliças frutas ricas em antioxidantes e fitonutrientes – também contribuem para inibir a inflamação.

Desativando inflamação

Muitos estudos mostram que mudanças na alimentação, no estilo de vida e na atividade física podem atenuar a inflamação. Uma dieta pobre em gordura saturada e colesterol e rica em fibras azeite de oliva carboidrato de CG baixa e gordura ômega 3 diminui a inflamação e melhora a sensibilidade à insulina. Basta aumentar a ingestão de fibras para reduzir a inflamação e os níveis de proteína C reativa.

Mostrou-se que uma alimentação que combine soja, fibras solúveis ou viscosa como o glaucomanano ou konjac, amêndoas esteróis vegetais (gorduras vegetais encontradas em pequenas quantidades em frutas, hortaliças e nozes) diminui o colesterol e a inflamação tanto quanto as populares estatinas, hoje muito usadas com esse fim. Os alimentos de soja também reduz a inflamação.

Além disso, eliminar as causas da inflamação e adicionar remédios e suplementos à base de ervas a prescrição do metabolismo pode melhorar significativamente o estado inflamatório do organismo.

A rede do organismo: determinando as causas da inflamação

 

O fato de a medicina ser dividida em especialidades não tem nada a ver com a organização do corpo em si.

Meditação

Foi conveniente criar especialidades como endocrinologia, cardiologia, oftalmologia, etc; quando não se sabia muito sobre o organismo. Na verdade, ele funciona como uma rede em que todos os elementos estão interligados. Embora possam ajudar a entender o que está acontecendo, os sete princípios são apenas uma maneira de descrever o complexo sistema interconectado que é o nosso organismo. Durante algum tempo quis saber Como Ganhar Dinheiro Vendendo Salgados, mais essas informações me mostram como devo evitar essas tentações. 

Existe uma tendência de nos concentrarmos em Sistemas únicos ou em sintomas particulares como reflexos de problemas em partes específicas do corpo, mas a realidade é que o organismo é uma rede intrincada. Cada parte afeta todas as outras. A inflamação é um excelente exemplo disso.

Se um dos outros seis princípios do metabolismo estiver desbalanceado, essa pode ser a causa da inflamação. Isso significa que todos os fatores sobre os quais você leu até agora e todos os outros sobre os quais ainda Precisa se informar contribuem para inflamação. Alimentação desequilibrada, estilo de vida inadequado, estresse, falta de exercícios físicos, oxidação e problemas de tireoide, fígado intoxicado e cheio de gordura; tudo isso aumenta a probabilidade de ocorrer inflamação.

Dietas com altos níveis de gordura saturada ( ou gordura animal) e trans também elevam os níveis gerais de inflamação, bem como o consumo de muitos alimentos “falsos” e de calorias em excesso de modo geral.

Demonstrou-se que uma alimentação com CG alta intensifica a inflamação.

As mais avançadas pesquisas sobre obesidade identificaram a inflamação como a principal culpada pelo ganho de peso, sobretudo quando está relacionada aos desequilíbrios no nível de açúcar no sangue provocados pela resistência à insulina, ou pré-diabetes (e, como você aprendeu a resistência à insulina normalmente é causada por uma dieta com CG alta). Um estudo mostrou que a inflamação aumentava em cerca de 1 700% o risco de diabetes.

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O fogo no abdômen: células de gordura colocam mais lenha na fogueira

Nossas próprias células de gordura, aquelas que ficam na região intra-abdominal, costumam ser a principal causa da inflamação. Isso acontece porque essas células (chamadas adipócitos) fazem muito mais do que nos impedir de vestir nossas roupas preferidas e do que fornecer ao corpo energia armazenada para uso futuro, no caso de passarmos fome. Elas produzem hormônios, como a leptina, que diminui o apetite; a resistina, que nos torna mais resistentes à insulina; e a adiponectina,

Que nos deixa mais sensíveis à insulina e reduz os níveis de açúcar no sangue. Além disso, estão envolvidas na regulação dos hormônios estrogênio, testosterona e cortisol. Descobriu-se que elas produzem também moléculas inflamatórias ( lembre-se das citocinas), como a interleucina-6 e o fator de necrose tumoral-alfa (TNF-alfa). Como você pode ver, as células de gordura permanecem ocupadas controlando o apetite, o equilíbrio hormonal e a inflamação.

As células de gordura produzem as adipocitocinas, termo médico para as moléculas inflamatórias, ou citocinas, que são provenientes das células de gordura. A esta altura, você pode estar um pouco confuso. As células de gordura fabricam hormônios ou citocinas? Elas fazem parte do sistema endócrino ou do sistema imunológico? A resposta: todas as opções anteriores.

As moléculas produzidas pelas células de gordura causam estragos ao metabolismo pelos seguintes motivos: aumentam a inflamação e o apetite, diminuem a queima de gordura e elevam as taxas dos hormônios do estresse. Elas existem em abundância quando o organismo está desequilibrado em decorrência de infecções, do excesso de estresse, de açúcar e gorduras trans ou da exposição a uma sobrecarga de toxinas e alérgenos.

Resumindo: as células de gordura causam inflamação, que cria mais células de gordura, que promovem mais inflamação Até que a pessoa fique com um alto nível de inflamação e mais gorda. Livrar-se da inflamação, portanto, ajuda a eliminar gordura, e isso, por sua vez, contribui para acabar com a inflamação.